quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

lucinete messina tdah psicologa neurocientista

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LUCINETE MESSINA é formada em psicologia nos Estados Unidos teve a revalidação do diploma na Universidade de São Paulo, é licenciada e psicóloga clínica pela Universidade São Francisco-SP. E´Mestre e Doutoranda do Núcleo de Pesquisas em Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. È Pesquisadora do Depto. de Psiquiatria Infantil da Faculdade de Medicina da USP. Atualmente preside e administra uma ONG para crianças e adolescentes em Piracicaba. É autora de vários artigos em jornais e revistas nacionais e internacionais. Além da área acadêmica e de pesquisas voltada a clinica, paralelamente a mais de 10 anos é voluntária com grande experiência nas questões desigualdade racial, direitos humanos, prestação de consultoria na inclusão social e legislação nacional e internacional da Organização das Nações Unidas (ONU). Participou da reconstrução de cidades devastadas por furacões nos Estados Unidos da UN-Habitat; junto com seu Mestre, líder e escritor da comunidade Negra dos Estados Unidos Dr. Marvin Dunn foi idealizadora do projeto Miami Black nos Estados Unidos para inclusão social das crianças e adolescentes negras nas escolas da comunidade; foi voluntária convidada para ajudar as crianças órfãs do vírus da Aids na África. Vem trabalhando como voluntária da ONU em vários projetos desde 1992. Seus trabalhos foram importantíssimos para as crianças órfãs do vírus. Junto com o marido jornalista internacional Gergorio Messina participaram de varias missões na África, Índia, Timor, Ásia, Panamá, Hiati entre outros paises da América do SUL.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:
Programa de Ajuda Comunitária e Social para “Black Miami” - Orientada pelo Dr. Marvin Dunn, líder, pesquisador e escritor da Comunidade Negra dos Estados Unidos.
Atribuições: Orientação e monitoramento de grupos de Gangs Negras na região, pesquisa de campo (survey) dos aspectos étnicos e raciais no condado Dade-USA, relatório semanal de visitas de autoridades na comunidade negra no condado, pesquisa da influência Afro-americana em Miami (dados relatados no livro “Black Miami”) e no estado da Florida-USA.
Pesquisadora executante e psicóloga voluntária do Hospital das Clínicas de São Paulo Instituto de Psiquiatria da infância e adolescência SEPIA-HC-USP
Atribuições: Pesquisadora Executante: construção do projeto; metodologia; aplicação do material desenvolvido (software e analise de dados Excel, Access, SPSS); procedimento e triagem; execução da pesquisa; elaboração de relatórios bimestral e analise de relatório conclusivo. Psicóloga (voluntária) triagem e diagnostico diferencial.
Psicologia Clínica-Social-Educacional e Hospitalar
Atribuições: Consultoria técnica e legislativa do Estatuto da Criança e Adolescente e Sistema Único de Saúde; Orientação legal e social nas áreas de educação, instituição e empresas; Mediadora de relações conflitantes; Psicóloga-atendimento clínico terapêutico.
Fundadora e Presidente da ONG-ATODAHI
Atribuições: Administração; Coordenação; Supervisão; Construção e Execução de Projetos de Capacitação para profissionais; Recrutador e Promotora de Multiplicadores de Informação; Promoção de eventos para Cidadania e Socialização na comunidade; Consultoria e Provedor da Inclusão na educação e nos setores empresarial privado e publico; Ministrante de Palestras e Workshops.
lfremess@usp.br
lucinete messina
fones: 019 34260061
019 97307725
Quando estive no Quênia em Nairóbi para ajudar como voluntária, percebi que naquela região pobre e explorada do mundo, uma das grandes lutas era contra a AIDS. A África do Sul tem a maior população infectada do mundo, cerca de 6 milhões de pessoas. Atualmente, existem 43 milhões de portadores do vírus HIV no mundo. Destes, 95% vivem em países em desenvolvimento, sendo que 71% no mundo. Destes, 95% vivem em países em desenvolvimento, sendo que 71% no continente africano. São mais de 25 milhões de pessoas e um registro de 3,1 milhões de mortes anuais. Indústrias Farmacêuticas ignoram as crianças com Aids por serem um mercado pouco lucrativo, e não produzem testes de diagnóstico e medicamentos apropriados para esses jovens pacientes. 90% das crianças que nascem com Aids vivem em países da África.

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